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Jornada do Colaborador: o que é e como construir

Por Eduardo Felix, Especialista em Recursos Humanos, Carreiras & Recolocação. Trabalha atualmente com treinamento para entrevistas de emprego, com mais de 300 clientes recolocados ao redor do mundo desde 2019

Sabe aquele momento que o candidato entra na página de carreiras e começa a pesquisar sobre a empresa que gostaria de trabalhar? É ali mesmo que começa a jornada do colaborador – que só terminará quando houver a demissão.

Portanto, a Jornada do Colaborador possui começo, meio e fim e compreende tudo que o que um colaborador aprende, faz e sente dentro da organização, ou seja, é a soma de todas as experiências do funcionário durante a sua jornada em uma empresa.

A construção da Jornada do Colaborador é uma iniciativa de toda a empresa e possui como principal benefício ajudar os colaboradores a se manterem produtivos e engajados. O papel da área de Recursos Humanos é mapear a jornada para proporcionar ao seu colaborador uma experiência única.

O mapeamento dessa jornada permite que as expectativas e necessidades do colaborador sejam alinhadas aos objetivos estratégicos da empresa. Com isso, o RH consegue descobrir o que funciona e o que não funciona dentro da organização, o que ajuda a implementar melhorias e a corrigir eventuais falhas, muitas delas invisíveis.

Como construir a jornada do colaborador?

Para construir a jornada na sua empresa é necessário compreender que o colaborador passa por diversas etapas desde o momento no qual entra na página de carreiras para pesquisar e se candidatar a uma vaga de emprego até o dia de sua saída.

As etapas são compostas pelo Recrutamento e Seleção, Integração, Treinamento e Desenvolvimento, Avaliação de Desempenho e Desligamento. A construção do mapa da jornada do colaborador auxilia o planejamento de cada uma das etapas dessa jornada, o que pode ajudar a melhorar a experiência do colaborador.

O primeiro passo é o mapeamento das competências e a diferenciação das funções dos colaboradores para que se tenha uma segmentação, que ajudará a diferenciar o tipo de experiência que deve ser proporcionado para cada colaborador, que além de ser diferente do outro também pode se diferenciar pela função exercida, o que pode afetar a experiência de cada um.

Depois é preciso estabelecer a jornada de cada um de acordo com as funções desempenhadas e posteriormente mapear as interações que eles terão desde o início até o fim da jornada, ou seja, desde o primeiro contato no site até o desligamento.

A etapa posterior é o feedback. É preciso ouvir o que os colaboradores têm a dizer sobre pontos positivos e negativos da experiência na organização.

Esse feedback precisa ser mapeado em cada uma das etapas dessa jornada com métricas e indicadores para que essa etapa tenha maior confiabilidade e as decisões sejam tomadas baseadas em dados concretos.

O feedback deve ser contínuo para que os dados tenham maior validade. Como a jornada é conduzida por equipes diferentes, é preciso ter o entendimento de que precisam entrar em um acordo para definir uma única escala para mensurar os dados.

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A participação e o envolvimento dos colaboradores são essenciais, bem como a automação desse processo para que se aproxime cada vez mais das interações em tempo real.

Por último, a jornada do colaborador e a construção dos mapas levam a algo maior, que é a construção da Experiência do Colaborador, que não tem fim e é mutável ao longo do tempo, ou seja, são partes de um todo e não podem ser consideradas como soluções prontas para problemas existentes e sim como ferramentas de apoio para identificar tanto aspectos positivos quanto negativos na organização.

Se você gostou do conteúdo, não deixe de acessar também o meu outro artigo que falo sobre a importância da liderança inclusiva nas empresas.

Fonte: Portal RH

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